olhar ao ver a flor

sem o amor... eu nada seria...

terça-feira, outubro 23, 2007

[tomemos o nosso lugar]

la vie...


Est-ce une comédie ou une tragédie?

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Apenas olha pra mim, sorri

O dia amanhece feliz. O azul mostra sua perfeição num sorriso estampado em véspera do fim de semana. O olhar voltou no seu colorido, os passos estão mais leves. Respiro mais tranquila... até quando? A vontade ainda é voar a procura de novos ares, se jogar num mundo estranho e desconhecido pelos olhos, de mãos dadas, sempre, com o amor dos sonhos meus... Sem medo, sem pressa, sem tempo... Trocar o cotidiano por asas.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Reflexos mal pagos...


Confusa... O contraste do perfeito azul com o verde que seduz da colina ao longe me fez enxergar uma crise dentro de mim. A volta ao urbano, ponte em movimento, luzes ao fundo... A ficha da realidade caindo aos poucos. Aquela alegria de horas atrás era invandida, a pancadas, por uma angústia, uma tristeza compreensível por poucos. A percepção, tardia ou não, de algo que tem me afetado mentalmente e fisicamente, trazendo um choro quase sem fim se não fosse o sono. Algo denominado na cultura capitalista como trabalho, vida quase escrava que persegue a tudo e a todos. A rotina minha não se abstrai do lado de fora, o stress é lançado ardentemente para dentro de casa (desculpa...), afeta a todos em volta, a mim e a você. Uma vontade gritante de fugir, berrar até o fim de minha voz, até o ar meu se esgotar. Esgotada estou... Aflita estou... Perdida, ainda, talvez. O sono não foi suficientemente bastante para o fim daquele choro... Durmo com calmantes. E sofro por isso, cansada, dopada.

terça-feira, novembro 21, 2006

Rio-Niteroi II

E enquanto na trajetória maritima o tempo se limitava, por cima, a nivel dos passaros, transbordavam minutos extras. Paciencia era vendida a preço de ouro... Chuva faz essas coisas. Dor de cabeça se anunciava pelo anda e pára misturado com traços deficientemente escritos. Respeito nenhum as linhas aqui dentro, e linha nenhuma de respeito la fora. Caos tipico de buzinas e fluxo intenso.

sábado, novembro 18, 2006

pois é...

Depois de um soco na cara, um murro de realidades infinitas, um olhar que vai além de qualquer lucidez perdida... Um soco pra lá de encantador e mágico... Um repouso é merecedor. Me contento com o travesseiro para não chorar. E você... todo em pensamento. Descalça. Areia que se molda no tempo dos passos... textura que se sente. Vento no rosto, olhos fechados, sorrisos que não cansam de brilhar. E olhando a vida vão caminhando, a dois, a sós. Mãos entrelaçadas e andares ritmados. Um doce beijo abaixo de um único luar, o nosso. Seria um bom passeio, mas ficou só na vontade.

sexta-feira, novembro 10, 2006

Rio-Niterói


Me pego com a caneta na mão, linhas a frente, tempo limitado e nada da tal inspiração. Escrever sobre a não inspiração é de tamanha cara de pau, ainda bem que o tal tempo limite se esgotou antecipadamente. O que um barco novinho em folha não faz com a viagem... Atravessar a poça ficou mais rápido. Preciso treinar meus pensamentos para um novo tempo...

sexta-feira, julho 14, 2006

tudo está bem e tranquilo, quando...

Loucura desenfreada... ás vezes me coloco no meio de um bombardeio de pensamentos. E o pior, sempre o nada acaba me atingindo. Não penso nos meus familiares, não penso nos meus amigos, não penso no meu amor, estes, ao contrário do nada, são tido o que eu tenho... mas penso em mim... egoísta e trágica... eu, eu... eu... nada! Sozinha estou em minha sala de estar (quem dera que fosse realmente minha), o namorado está entre os amigos, os pais saíram, o irmão com a sua namorada, e eu aqui... tento ler, tento ver um filme... sessão da tarde, salvação mais que barata... Nem criatividade nos traços, nem inspiração poética nas palavras, nada. E eu grito, choro, não vejo saída, não vejo um sonho concreto. Não sou capaz nem de saber o que querer deste nada... nada. O que fazer quando... o que fazer quando vc olha para frente e nada vê?

( a ) continua ao vento e deixa ele te levar aonde quer que seja
( b ) anda pra trás
( c ) peça para alguém te levar ao oftamologista
( d ) segue em frente, tropeçando, caindo, mas em frente e sempre
( e ) se mata
( f ) se mata
( g ) ________________________________ (outra alternativa qualquer)]


às vezes eu penso que gostaria de ser mãe... simplesmente mãe. Ter preocupações unicamente e exclusivamente com a sua família, ter o trabalho de amar e ser amada... levar e pegar os filhos na escola, ir a reunioes de pais, levar o filho ao curso de alemão, levar a filha na escola de música, comprar material escolar, levar o cachorro pra passear, mandar os filhos arrumarem o quarto, essas coisas... Acho que meu sonho é casar com um homem rico... Rodrigo Peixoto, trate de arrumar um negócio que renda milhões!!! =P