olhar ao ver a flor

sem o amor... eu nada seria...

terça-feira, novembro 21, 2006

Rio-Niteroi II

E enquanto na trajetória maritima o tempo se limitava, por cima, a nivel dos passaros, transbordavam minutos extras. Paciencia era vendida a preço de ouro... Chuva faz essas coisas. Dor de cabeça se anunciava pelo anda e pára misturado com traços deficientemente escritos. Respeito nenhum as linhas aqui dentro, e linha nenhuma de respeito la fora. Caos tipico de buzinas e fluxo intenso.

sábado, novembro 18, 2006

pois é...

Depois de um soco na cara, um murro de realidades infinitas, um olhar que vai além de qualquer lucidez perdida... Um soco pra lá de encantador e mágico... Um repouso é merecedor. Me contento com o travesseiro para não chorar. E você... todo em pensamento. Descalça. Areia que se molda no tempo dos passos... textura que se sente. Vento no rosto, olhos fechados, sorrisos que não cansam de brilhar. E olhando a vida vão caminhando, a dois, a sós. Mãos entrelaçadas e andares ritmados. Um doce beijo abaixo de um único luar, o nosso. Seria um bom passeio, mas ficou só na vontade.

sexta-feira, novembro 10, 2006

Rio-Niterói


Me pego com a caneta na mão, linhas a frente, tempo limitado e nada da tal inspiração. Escrever sobre a não inspiração é de tamanha cara de pau, ainda bem que o tal tempo limite se esgotou antecipadamente. O que um barco novinho em folha não faz com a viagem... Atravessar a poça ficou mais rápido. Preciso treinar meus pensamentos para um novo tempo...